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Segunda-feira, 06 de Julho de 2026
Diz Netanyahu sobre queda de Assad na Síria

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Diz Netanyahu sobre queda de Assad na Síria

Primeiro-ministro israelense saudou a deposição do líder sírio neste domingo (8)

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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, saudou a deposição de Bashar al-Assad da Síria neste domingo (8) como um “dia histórico” que se seguiu aos golpes desferidos por Israel contra os apoiadores de Assad, Irã e Hezbollah, no Líbano.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, saudou a deposição de Bashar al-Assad da Síria neste domingo (8) como um “dia histórico” que se seguiu aos golpes desferidos por Israel contra os apoiadores de Assad, Irã e Hezbollah, no Líbano.

Em uma visita à área perto da fronteira com a Síria, ele disse que ordenou que as forças israelenses tomassem áreas na zona de amortecimento para garantir a segurança de Israel e disse: “Não permitiremos que nenhuma força hostil se estabeleça em nossa fronteira”.

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Entenda o conflito na Síria

A guerra civil da Síria começou durante a Primavera Árabe, em 2011, quando o regime de Bashar al-Assad reprimiu uma revolta pró-democracia.

O país mergulhou em um conflito em grande escala quando uma força rebelde foi formada, conhecida como Exército Sírio Livre, para combater as tropas do governo.

Além disso, o Estado Islâmico, um grupo terrorista, também conseguiu se firmar no país e chegou a controlar 70% do território sírio.

Os combates aumentaram à medida que outros atores regionais e potências mundiais – da Arábia Saudita, Irã, Estados Unidos à Rússia – se juntaram, intensificando a guerra no país para o que alguns observadores descreveram como uma “guerra por procuração”.

A Rússia se aliou ao governo de Bashar al-Assad para combater o Estado Islâmico e os rebeldes, enquanto os Estados Unidos lideraram uma coalizão internacional para repelir o grupo terrorista.

Após um acordo de cessar-fogo em 2020, o conflito permaneceu em grande parte “adormecido”, com confrontos pequenos entre os rebeldes e o regime de Assad.

Mais de 300 mil civis foram mortos em mais de uma década de guerra, de acordo com a ONU, e milhões de pessoas foram deslocadas pela região.

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