A troca ocorre após uma série de problemas no serviço, incluindo falhas frequentes na coleta, acúmulo de lixo em diversos pontos da cidade, falta de estrutura operacional e interrupções em bairros e distritos. Em regiões do baixo Madeira, moradores estão há mais de quatro dias sem coleta. Dados indicam que o consórcio acumulou 4.398 reclamações, conforme relatório enviado ao Tribunal de Contas em março de 2026.
A nova empresa inicia os trabalhos com mais de 200 funcionários e caminhões adquiridos fora do estado, após encontrar um cenário de descontinuidade do serviço, considerado crítico, com grande volume de resíduos acumulados.
Diante da situação, a empresa traçou uma linha de atuação para este início de operação focada em regularizar tudo o que está pendente e o que se encontra em condições precárias. O objetivo central nesta fase de transição é sanar o passivo deixado pela operação anterior, garantindo que o serviço seja restabelecido onde houve interrupção.
A expectativa é de normalização gradual do serviço nos próximos dias.
Texto: Redação
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