Os 40 maiores aeroportos dos EUA foram afetados pela medida, e apenas na manhã desta sexta mais de 800 voos foram cancelados. A FAA decretou a suspensão de 4% das operações aéreas, com a possibilidade de ampliar o corte para 10% até a próxima sexta-feira (14/11), caso o shutdown continue.
A paralisação não impacta diretamente os voos internacionais, como os que partem do Brasil para os Estados Unidos. Contudo, passageiros que tiverem conexões dentro do território norte-americano podem enfrentar atrasos e cancelamentos.
As quatro maiores companhias aéreas do país — Delta Air Lines, United Airlines, American Airlines e Southwest Airlines — já anunciaram o cancelamento preventivo de centenas de voos programados para o fim de semana, afetando também o transporte de cargas e voos particulares.
“Estamos observando sinais de sobrecarga no sistema, por isso estamos reduzindo proativamente o número de voos para garantir que o povo americano continue voando com segurança”, afirmou o administrador da FAA, Bryan Bedford, em comunicado oficial do Departamento de Transportes.
A crise aérea aumenta a pressão sobre o governo e o Congresso norte-americano para encerrar o impasse orçamentário que mantém milhares de servidores públicos sem trabalho e compromete serviços essenciais em todo o país.
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