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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026
Fotógrafo é preso por vender fotos íntimas de mulheres em site adulto sem consentimento

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Fotógrafo é preso por vender fotos íntimas de mulheres em site adulto sem consentimento

Um fotógrafo de 27 anos foi preso pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul após ser flagrado divulgando e comercializando fotos íntimas de mulheres sem consentimento em um site de conteúdo adulto

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Porto Alegre (RS) — Um fotógrafo de 27 anos foi preso pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul após ser flagrado divulgando e comercializando fotos íntimas de mulheres sem consentimento em um site de conteúdo adulto. A prisão ocorreu no sábado, 3 de janeiro, durante a operação Imagem Protegida, coordenada pela 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (1ª DEAM).

Como o esquema funcionava

O suspeito utilizava sua atuação como fotógrafo para atrair mulheres interessadas em ensaios fotográficos. Ele oferecia sessões a preços abaixo do mercado e, durante os atendimentos, persuadia as clientes a realizarem fotos sensuais ou com nudez. Em seguida, divulgava e colocava essas imagens à venda em uma plataforma paga de conteúdo adulto, sem autorização das vítimas.

Vítimas identificadas e possível alcance

Até o momento, a Polícia Civil identificou pelo menos 20 mulheres no Rio Grande do Sul que tiveram imagens íntimas divulgadas sem permissão. No entanto, há indícios de que o número de vítimas pode ser muito maior — possivelmente ultrapassando 100 mulheres em várias regiões do país.

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Mandados e apreensões

Durante a operação, os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão no bairro Petrópolis, em Porto Alegre, onde o fotógrafo foi detido. Foram recolhidos equipamentos eletrônicos, como notebooks, HDs e outros dispositivos, que passarão por perícia técnica para aprofundar as investigações e identificar mais vítimas.

Crime e investigação em andamento

A delegada responsável pelo caso reforçou que a divulgação e comercialização de imagens íntimas de terceiros sem consentimento configuram crime previsto na legislação brasileira, e que as investigações continuam para esclarecer completamente os fatos e identificar eventuais outras vítimas.

Orientações às vítimas

As autoridades recomendam que mulheres que suspeitam ter sido vítimas de divulgação não autorizada de imagens procurem imediatamente a delegacia especializada ou os canais de denúncia disponíveis, para que seus casos possam ser registrados e investigados.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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