Pavilhão do Café reúne produtores para apresentar a diversidade e a qualidade de grãos que conquistam o país e o mundo.
O aroma do café, a sabedoria de quem o cultiva e a chance de explorar novos sabores estão presentes no Pavilhão do Café da Agrotec 2026. Mais do que um local de exposição, este espaço conecta o público à narrativa por trás de cada xícara, destacando como o Café Robusta Amazônico tem ganhado reconhecimento tanto no Brasil quanto internacionalmente.
Aqueles que visitam o pavilhão têm a oportunidade de conhecer vários produtores, suas histórias e modos de cultivo. Dentre eles, estão cafés de qualidade superior, incluindo as produções indígenas dos povos Suruí, que trazem para a feira não só um produto, mas também a identidade e a riqueza cultural da Amazônia.
Paulo Neri, que coordena o Pavilhão do Café, enfatiza que a proposta é permitir que os visitantes compreendam o percurso do café até chegar à mesa.
“Não se trata apenas de comercializar um produto. É uma chance de aprender sobre a produção do café, suas origens e entender que cada produtor possui características distintas. Também queremos apresentar aos agricultores que já cultivam café novas tecnologias e oportunidades para melhorar a qualidade e agregar valor aos seus produtos.”
Uma experiência que se inicia no cultivo.
A qualidade que se sente na xícara é resultado de um processo que começa muito antes da degustação. O cultivo, o manejo, o processamento e a forma como o café é preparado impactam diretamente nas características de cada grão.
Por isso, o pavilhão se torna um espaço para a troca de saberes. Para quem já é produtor, é uma chance de aprender novas técnicas. Para aqueles que consideram entrar neste ramo, é uma forma de visualizar as oportunidades em uma cadeia que continua a se expandir. E para os consumidores, é a oportunidade de entender que nem todo café é igual.
O prefeito Léo Moraes ressalta que a Agrotec desempenha esse papel de aproximar a comunidade das potencialidades da região.
“A Agrotec evidencia a força de quem produz em nossa região. Quando o público descobre a qualidade do nosso café e as histórias dos produtores, valorizamos o trabalho deles e fortalecemos toda uma cadeia que gera empregos, renda e oportunidades.”
Douglas Bener, secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), aponta que o destaque dado ao café local ajuda a aumentar o reconhecimento de um produto que já ultrapassou as barreiras da Amazônia.
“Nosso café possui qualidade e identidade. Destacar esses produtores é uma forma de valorizar o esforço realizado no campo e evidenciar que a produção regional tem potencial para acessar novos mercados e agregar ainda mais valor.”
Programação do Pavilhão do Café.
A programação foi elaborada para aproximar produtores, consumidores e visitantes, incluindo atividades que valorizam tanto a experiência quanto o conhecimento sobre o café da Amazônia.
- Oficina de preparo de cafés especiais às 19h e 15.
- Palestra "Cafés especiais de Rondônia: Origem, identidade e torra" às 19h e 30.
- Degustações orientadas das 14h às 21h.
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