24, set., 2026 Atualizado há 2 minutos
No contexto da Operação “Hierarquia”, o Ministério Público de Rondônia (MPRO), através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), obteve a condenação de sete indivíduos. A sentença foi emitida em 20 de setembro de 2026 pela 1ª Vara de Delitos de Tóxicos da cidade de Porto Velho, reconhecendo a atuação nos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, incluindo a operação interestadual.
A pena mais severa aplicada foi de 18 anos, 5 meses e 20 dias de reclusão, acrescida de 2.312 dias-multa. O segundo réu mais severamente condenado recebeu 17 anos, 1 mês e 10 dias de reclusão, além de 2.176 dias-multa. Outros cinco réus foram sentenciados a penas que variam de 3 anos e 6 meses a 11 anos e 8 meses de reclusão, incluindo duas condenações de 4 anos e 1 mês.
Seis dos condenados terão que cumprir suas penas inicialmente em regime fechado.
A investigação que originou a ação penal foi realizada pela Delegacia de Repressão a Drogas da Polícia Federal em Rondônia, em colaboração com o Grupo Especial de Investigações Sensíveis. A apuração começou após uma prisão em flagrante em fevereiro de 2023, quando cerca de 47,5 quilos de cocaína foram apreendidos em Porto Velho.
A Operação “Hierarquia” foi iniciada pela Polícia Federal em setembro de 2024.
A denúncia formal foi apresentada pelo MPRO em dezembro de 2024 e acatada pela Justiça em janeiro de 2025. O GAECO participou ativamente durante todo o processo, apresentando as provas necessárias para a responsabilização dos réus, até que a sentença foi proferida.
A decisão também incluiu a destruição ou incineração das drogas apreendidas e dos itens sem valor lícito, garantindo a preservação de possíveis contraprovas. Além disso, foi decretado o perdimento dos bens que sejam considerados produtos ou instrumentos dos crimes cometidos pelos condenados.
Com esta sentença, o Ministério Público de Rondônia reafirma seu compromisso em manter a ordem jurídica, combater de forma eficaz a criminalidade organizada e responsabilizar aqueles que promovem ações contrárias à segurança e à paz pública.
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