Aguarde, carregando...

Terça-feira, 27 de Outubro 2026
Saúde

Elizângela Gonçalves, madrinha do programa Apadrinhando uma História, realiza doações para bebês da Casa Criar

Produtos para crianças de 0 a 2 anos, incluindo itens para crianças neurodivergentes, ressaltam a importância da solidariedade na proteção à infância

Capital Brasil
Por Capital Brasil
Elizângela Gonçalves, madrinha do programa Apadrinhando uma História, realiza doações para bebês da Casa Criar
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

Produtos para crianças de 0 a 2 anos, incluindo itens para crianças neurodivergentes, ressaltam a importância da solidariedade na proteção à infância

Em Porto Velho, a Casa Criar, anteriormente conhecida como Lar do Bebê, recebeu uma significativa doação de artigos para bebês de 0 a 2 anos, feita por Elizângela Gonçalves, madrinha do programa “Apadrinhando uma História”. Os itens incluem também produtos voltados para atender às necessidades de crianças neurodivergentes.

Esse gesto simboliza um compromisso e carinho com o bem-estar das crianças acolhidas, evidenciando como a participação da comunidade pode melhorar as condições de cuidado e desenvolvimento na primeira infância.

Leia Também:

A doação faz parte das ações de proteção social da Prefeitura de Porto Velho, realizadas pela Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), e ressalta a importância do envolvimento da sociedade no suporte a crianças e adolescentes que são atendidos por serviços de acolhimento.

APADRINHANDO UMA HISTÓRIA

O programa Apadrinhando uma História tem como objetivo aproximar a comunidade de crianças e adolescentes que se encontram em serviços de acolhimento institucional ou familiar, proporcionando oportunidades de convivência, apoio e formação de vínculos afetivos.

A ideia é promover o desenvolvimento social, emocional, educacional e pessoal das crianças acolhidas, contando com a participação de pessoas dispostas a oferecer carinho, atenção, serviços ou apoio financeiro.

É importante destacar que apadrinhamento não é o mesmo que adoção, mas sim uma forma solidária de participar da vida de crianças e adolescentes que necessitam de proteção e oportunidades de crescimento.

O programa oferece três modalidades de participação:

Padrinho ou madrinha provedora: responsável por fornecer apoio material ou financeiro, incluindo doações de roupas, brinquedos, materiais escolares e o custeio de cursos e atividades.

Padrinho ou madrinha prestadora de serviços: disponibiliza seus conhecimentos profissionais para atender às necessidades das crianças e adolescentes acolhidos, podendo incluir profissionais liberais, empresas e instituições.

Padrinho ou madrinha afetiva: cria vínculos de afeto e convivência com a criança ou adolescente, através de visitas regulares e atividades autorizadas, incluindo passeios e momentos juntos em finais de semana, feriados ou férias escolares, de acordo com as regras do programa e supervisão da equipe técnica.

QUEM PODE PARTICIPAR?

Conforme os critérios do programa, pessoas com idade superior a 21 anos podem se inscrever, desde que respeitada a diferença mínima de 16 anos em relação à criança ou adolescente apadrinhado. A participação está sujeita a avaliações e procedimentos da equipe responsável.

O apadrinhamento oferece várias opções para aqueles que desejam colaborar com a proteção da infância, seja através de doações, serviços ou vínculos afetivos.

O prefeito Léo Moraes enfatizou que a solidariedade da população é fundamental para fortalecer o cuidado das crianças acolhidas no município.

“Cuidar das nossas crianças é uma responsabilidade de todos. O gesto da Elizângela exemplifica como a solidariedade pode ter um impacto significativo na vida de quem realmente necessita. Com o programa Apadrinhando uma História, buscamos motivar mais pessoas a integrar essa rede de apoio, oferecendo carinho, proteção e novas chances às crianças e adolescentes acolhidos”, destacou.

A contribuição da comunidade é essencial para as ações dos serviços de acolhimento, ampliando as alternativas de apoio às crianças e adolescentes, seja por meio de doações, serviços ou laços afetivos.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, também ressaltou a relevância da participação social no apoio às crianças e adolescentes acolhidos.

“A proteção à infância é uma responsabilidade compartilhada. Agradecemos à madrinha Elizângela Gonçalves por essa demonstração de generosidade e convidamos a população a se informar sobre o programa e a se engajar nessa rede de solidariedade, ajudando a construir um futuro recheado de oportunidades para nossas crianças e adolescentes”, afirmou.

A participação no programa viabiliza que pessoas e instituições contribuam de diversas maneiras, conforme as necessidades identificadas pelos serviços de acolhimento e as modalidades disponíveis.

A secretária adjunta da Semias, Tércia Marília, destacou que a doação também abrangeu outro espaço dedicado ao atendimento de crianças na cidade.

“A doação feita à Casa Criar ilustra como a solidariedade pode mudar a vida das crianças acolhidas. Além dos artigos para os bebês da Casa Criar, a madrinha também doou brinquedos para o Espaço Acolher, ajudando no bem-estar, interação e crescimento das crianças atendidas. O programa Apadrinhando uma História reforça os laços afetivos, promove a inclusão e mobiliza a sociedade para que cada criança tenha acesso a cuidados, proteção e oportunidades de desenvolvimento digno”, enfatizou.

Além dos produtos doados aos bebês da Casa Criar, a contribuição estendida ao Espaço Acolher demonstra o comprometimento de Elizângela Gonçalves com materiais voltados para atividades e interação das crianças atendidas.

A diretora de Proteção Social Especial (DPSE), Poliana Miranda, sublinhou a relevância da iniciativa e do envolvimento de pessoas dispostas a auxiliar no acolhimento e proteção de crianças em situações de vulnerabilidade.

“Um anjinho de bom coração nos presenteou com uma série de artigos para bebês de 0 a 2 anos, incluindo itens para crianças neurodivergentes. Estamos aqui para construir conexões entre pessoas generosas e crianças que precisam de carinho, cuidado e proteção. A Casa Criar também é um espaço de acolhimento para a solidariedade!”, comentou.

A doação exemplifica uma das formas de participação viabilizadas pelo programa Apadrinhando uma História, que também contempla a contribuição de profissionais e interessados em oferecer apoio afetivo, respeitando os critérios e o acompanhamento da equipe responsável.

Aqueles que desejam saber mais sobre o programa e suas opções de participação devem procurar informações na Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), que coordena as ações de proteção social no município.

FONTE/CRÉDITOS: Texto: Adaides Batista · Fotos: Semias · Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.
Capital Brasil

Publicado por:

Capital Brasil

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR